Ações Urbanas

Rap Palestina

No início do século passado, o movimento sionista começa a ser articulado por lideranças da comunidade judaica internacional - com objetivo de construir um lar nacional judeu na Palestina.
 
Após a Segunda Guerra Mundial, a recém criada ONU decidiu pela partilha da Palestina, hegemonicamente árabe, resultando na proclamação do Estado de Israel em 1948 e assim gerando conflitos entre os povos ali instalados.
 
Segundo o analista político Mohamad Mahr, "a estagnação do processo de paz fomenta o extremismo. Cerca de 1,2 milhão de palestinos vivem na faixa de Gaza, a maior 'prisão' do mundo. É o ambiente ideal para o extremismo". afirma o analista.
 
Sob a lente do rap
 
DAM, que em hebreu significa "sangue" ou Da Arabian MC'S é o primeiro  grupo de rap palestino. Formado pelos irmãos Nafaf, Suhell e Tamer e Mahmoud Jreri.
 
Combinando ritmos árabes e influências do rap, os integrantes do DAM reuniram-se em 1998, quando lançou "Stop Selling Drugs" (1998) e depois em 2001 lançaram Who's the Terrorist?.
 
Cantando em hebreu ou em inglês, o grupo fala sobre drogas, já que o território palestino se tornou um grande centro de venda, e sobre o conflito na região e a humilhação que os palestinos vem sofrendo´, resultado da invasão de suas terras pelos judeus com a ajuda dos Estados Unidos.

Para ver: http://www.youtube.com/watch?v=GZE9za_9vqU



Escrito por ... uRbaNas.... em às 04h38 PM
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Museu da Língua Portuguesa

Um ano de cultura e manutenção

Nesta semana, o Museu da Língua Portuguesa completa um ano de vida.  Antonio Carlos Sartini, diretor do espaço, afirma que jovens saem do museu querendo ler Machado de Assis e melhorar o vocabulário. Para o diretor, este é o seu maior presente.

Em abril, o Museu terá uma programação especial, os vistitantes poderão participar de tours ao lado de escritores famosos e conferir apresentações de contadores de histórias, espetáculos teatrais baseados em livros infantis e uma grande exposição interativa sobre a obra da escritora Clarice Lispector, 30 anos após sua morte.

O Museu da Língua Portuguesa é um dos endereços que mais favorece a formação de novos públicos para os demais museus nacionais. Segundo José do Nascimento Junior, diretor do departamento de Museus do Instituto do patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), se o espaço for trabalhado com seriedade, o público acaba atravessando a rua para conhecer a Pinacoteca do estado, um dos locais mais significativos para as artes no Brasil.

Problemas com um público que se tornou quase inimigo da instituição

Neste primeiro ano de vida, o museu, infelizmente, foi depedrado. Para Antonio Carlos Sartini, a fiscalização nem sempre funciona, já que a quantidade de pessoas que circula pelo lugar é enorme. Foi preciso contratar uma equipe de manutenção diária para repor objetos furtados e quebrados.

José do Nascimento Junior afirma: " Os museus são instrumentos importantes para o projeto de memória do país e na estratégia de construção de um projeto de nação. Precisamos zelar por eles."

Fato semelhante ocorre com o nosso Hip-Hop e a Galeria Olido, para saber mais -  acessem o blog do DJ Zinco, um dos integrantes das Quintas na Olido.

http://zn33.blogspot.com/2007/02/no-vamos-perder-como-perdemos-so-bento.html



Escrito por ... uRbaNas.... em às 01h22 PM
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Grafite

O grafite surgiu nos guetos dos Estados Unidos na década de 1970, como uma forma de expressão dos excluídos de lá ganhou as ruas e muros do mundo, principalmente nas grandes metrópoles e agora está mais presente ainda nas galerias de arte.

O grafite compõe um dos elementos do Hip Hop, hoje no Brasil ele também agrega jovens que curtem rock e música eletrônica, ficando cada vez mais diversificado.

No Rio de Janeiro a galeria Caixa Cultural está com a exposição "Fabulosas Desordens" que reúne trabalhos inéditos de 18 artistas cariocas, paulistas, franceses e alemães, além de um norte-americano e um espanhol, algo em comum além do grafite todos conseguem sobreviver da arte.

"Eu não digo por aí que trabalho com grafite. O grafite é pura pintura que a gente faz na rua, sem pessoa alguma controlando o que vamos desenhar. Mas  é verdade que, hoje consigo trabalhos suficientes para viver da minha arte", diz Ment, carioca, do grupo Nacção Grafite.

Grafiteiros:

Acme, Marinho, Akuma, Bragga e Ment (Nação Grafitti); TOZ, Piá e Br Bogossian (Flesh Beck Crew), Flip, Zezão, Onesto, Tinho, Binho, Nunca, Vitché

Internacionais: Loomit (Alemanha), Stohead (Alemanha), San (Espanha), Scien & Klor (França), DAZE (EUA).

Onde:
Caixa Cultural - Avenida Almirante Barroso 25 Centro, Rio de Janeiro
Informações: 2544.1099, 2544.3029 e 2544.7666

Quando:
de Terça a Domingo das 10h às 22h; Entrada Franca



Escrito por ... uRbaNas.... em às 03h09 PM
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Rosinha de Valença

Em junho de 2004 o Brasil perdeu uma das maiores artistas da Bossa-Nova, ao lado do também violonista Baden Powel, Rosinha de Valença ajudou construir um importante gênero musical brasileiro.

Rosinha, que nasceu na cidade de Valença, no Rio de  Janeiro, é um daqueles casos em que o reconhecimento do artista vem depois de sua morte. A violonista vivia em estado de coma desde 1992, quando sofreu duas paradas cardíacas. Amigos célebres como Maria Bethania, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Miuxa e Martinho da Vila nunca esqueceram a instrumentista, sempre a visitavam mesmo estando em coma.

Rosinha era um gênio, estreou em 63 com o disco pelo selo Elenco, de Aloysio de Oliveira, fez turnês com Sergio Mendes, participou ao lado de Elis Regina, em 64 no show para a TV "Fino da Bossa"
Fez grande parceira com Maria Bethânia produziu um dos melhores shows da cantora "Comigo me Desavim, de 1967, e no show ainda atuava no violão.

A mulher ainda viajou pelo mundo no início dos anos 70, tocou em países como União Soviética, Israel, Suíça e África do Sul, onde criou o grupo Ipanema Beat e, com grandes instrumentistas, fizeram o ótimo disco "Rosinha Apresenta Ipanema Beat". Produziu e tocou nos discos de Leci Brandão, Maria Bethania e Dona Ivone Lara. Trabalhou com João Donato e Sivuca. Na década de 80 começou a se afastar da música e parou definitivamente em 1992.

Suas composições e versões são sempre carrregadas de emoção, há uma releitura de Summertime, em que Rosinha praticamente nos faz chorar. Que descanse em paz nosso gênio



Escrito por ... uRbaNas.... em às 05h00 PM
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